BATALHÃO CAVALARIA 782

22/02/2008

Os Nosso Encontros

Arquivado em: Informação — AntonioVieira @ 23:59

SmileTodos os anos realizamos os Nossos Encontros de Convivio. Fazemos a nivel de  Batalhão. Este ano vamos realizar o 24º que será em Portalegre no dia 26 de Abril. Cada ano realizamos em locais diferentes e no próprio dia do Encontro é eleita a Comissão do próximo. Temos o nosso Boletim de Noticias que é distribuido no dia do Encontro. Embora já estejamos todos na casa dos 65 anos ainda conseguimo juntar cerca de 230 pessoas entre familiares e amigos, o maximo foram de 270 em Estremoz no dia 28 de Maio de 2005 dia  do 40º Aniversario da partida para Angola.         

11/02/2008

Olá mundo!

Arquivado em: Informação — AntonioVieira @ 22:00

vieira.JPGEu aos 65 anos

SmileSou o António Vieira. Nasci na Baixa da Banheira Distrito de Setúbal no ano de 1942. Criei este blog para dar a conhecer ao um pouco da história na Guerra Colonial em Angola do Batalhão de Cavalaria 782 do qual  fiz parte. Peço a todos que visitem e deixem a vossa mensagem e informem.

Mas com tudo isto não quero entrar em polémicas nem me preocupar com a opinião que cada um possa ter sobre este conflito que foi a Guerra Colonial, que é assim que eu classifico. Cada um tem a sua opinião eu tenho a minha nem foi para discutir sobre isto que criei este espaço.

Mais que não seja para convívio e amizade.

Não podemos esquecer que foram dois anos passados longe daqueles que mais nos queriam éramos jovens na flor da idade que alguns nem sabiam o que iam passar. Uma coisa não se pode negar, é que se criaram grandes amizades que ao fim de quarenta anos ainda continuam. 

Para todos aqueles AMIGOS aqui deixo um excerto de um Poema de Vinicius de Morais.

SENTIMENTO AMIGO: 

Tenho amigos que não sabem

o quanto são meus amigos.

Não percebem o amor que lhes devoto

e a absoluta necessidade que tenho deles.

A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor.

Eis que permite que o objecto dela

se divida em outros afectos,

enquanto o amor  tem intrínseco o ciume,

que não admite a rivalidade.

E eu poderia suportar, embora não sem dor,

que tivessem morrido todos os meus amores,

mas enlouqueceria  se morressem todos os meus amigos.

Até mesmo aqueles que não percebem

o quanto são meus amigos  e o quanto a minha vida

depende da suas existências.

Alguns deles não procuro,

basta-me saber que eles existem.

Esta mera condição me encoraja

a seguir em frente pela vida.

Mas porque não os procuro com assiduidade,

não posso lhes dizer o quanto gosto deles.

Eles não iriam acreditar.

Muitos deles estão lendo esta crónica

e não sabem que estão incluídos (.)

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antoniovieira.myblog.com

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